segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Dedicatórias: Livros de Gonçalo M. Tavares

Livros de Gonçalo M. Tavares


2014 - Um homem: Klaus Klump (Cia das Letras/2007)


"para Emmanuel Mirdad, este Um homem: Klaus Klump. Agradecendo toda a bela hospitalidade. Com um abraço forte do Gonçalo M. Tavares. 2014"
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2014 - Aprender a rezar na era da técnica (Cia das Letras/2008)


"para Emmanuel Mirdad, este Aprender a rezar na era da técnica, este livro sobre a força, a política e a doença. Com um grande abraço de Gonçalo M. Tavares. 2014"
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2014 - A máquina de Joseph Walser (Cia das Letras/2010)


"para Emmanuel Mirdad. Agradecendo toda a atenção. Com um abraço forte do Gonçalo M. Tavares. 2014"
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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Contabilidade do livro O grito do mar na noite, de Emmanuel Mirdad

Original do livro O grito do mar na noite (Cousa/2014), de Emmanuel Mirdad


O meu livro de contos O grito do mar na noite (Cousa/2014) ficou 100% pronto hoje. Já tá na gráfica! Aláfia! Investi 138 horas e 25 min de trabalho em 43 dias para escrever e revisar (juntamente com o revisor Mayrant Gallo), além de montar a capa (mais uma vez com uma bela pintura de Nelson Magalhães Filho) e contracapa, e supervisionar a parte gráfica.

O livro, com sete contos, é dedicado ao mestre do conto Hélio Pólvora, sai pela Editora Cousa e o lançamento será em dezembro, mês que vem (a data anuncio mais à frente). Escrevi-o ao som das bandas Radiohead e Sigur Rós, e dos músicos David Gilmour e Mark Knopfler. Formando o meu contexto para a criação desta obra, li Hélio Pólvora, Nelson Rodrigues, Machado de Assis, Mayrant Gallo, Pepetela, Julio Cortázar e Clarice Lispector.

Na primeira fase do trabalho, em 2012 (64h e 35 min em 15 dias), comecei o livro no domingo 25/11 e terminei no domingo 16/12, trabalhando preferencialmente nos finais de semana, com um intervalo de no máximo três dias sem escrever – na época batizei o livro de Pinaúna. Depois, em 2013, passei a chama-lo de Paranoia Umbigo.

Em 2014, a segunda fase da produção (73h e 50 min de trabalho em 28 dias) começou na quarta 28/05, quando modifiquei o título para o definitivo O grito do mar na noite, uma homenagem aos livros do mestre Hélio Pólvora, O grito da perdiz (1983), Mar de Azov (1986) e Noites vivas (1972). Ainda em 2014, retirei cinco contos do livro. Retomei a feitura da obra pra valer entre os dias 16 de agosto e 18 de setembro.

Os contos Aqui se paga, Não escaparás e No palheiro foram escritos entre 2011 e 2012, como textos isolados para o meu blog, rearranjados na forma de conto e reaproveitados no livro. A saga de Pedro Henrique em Receba foi uma refazenda ficcional, feita em 2012, ligando todas as crônicas de uma série que publiquei (com boa repercussão) no meu Facebook em 2011, inspirada em fatos reais.

O conto Assexuada foi escrito em 2012 para um livro coletânea da banda literária Os Brás Cubazz (que acabou antes de estrear), e refeito em 2014, suavizando agressões desnecessárias apontadas pelos comparsas literários. O extenso conto Quase onze dias, com sua pesquisa histórica relacionando efemérides ao cotidiano fútil, foi o único da primeira fase de feitura do livro que foi produzido a partir do zero. Por fim, o conto Chá de boldo foi produzido na segunda e última fase de feitura do livro em 2014, também do zero.

Em 2014, na noite de quinta, 18/09, convidei o escritor baiano e amigo Mayrant Gallo para escrever o posfácio e, dois dias depois, ele aceitou o convite. Na sexta 26/09, convidei-o para ser também o revisor. O acerto foi feito em 01/10, e o rico trabalho durou sete dias, da segunda 06/10 à quarta 15/10, e foi um marco incrível pra mim: pela primeira vez o meu lado editor aceitou as limitações do meu lado escritor, e eu fiquei em paz.

Sim, eu sou um escritor e continuarei lançando livros. Não sou um grande, mas posso trabalhar pra ser um bom nome da literatura brasileira. E isso aconteceu graças ao minucioso processo de revisão com o professor Mayrant Gallo! Como bem diz o mestre Hélio Pólvora, "Ser homem é assumir a realidade". Pois então, eu assumo-me escritor.

O também escritor baiano e amigo Marcio Matos foi convidado e topou escrever o prefácio na noite da sexta 19/09, entregando o belo texto Sobre pugilatos e capitulações na terça, 14/10, com uma rica referência ao mestre Julio Cortázar.

Acertei a editoração do livro com Marco Schommer, da Selo A Editora, no domingo 21/09, e o layout criado por ele foi aprovado na quarta 24/09. Na quinta 06/11, Mayrant Gallo entregou-me o sensacional posfácio Pulsando como um coração imortal, que me emocionou bastante e me deixou muito honrado.

Na noite da sexta 07/11, comecei sozinho a revisão na prova impressa, concluindo no sábado 08/11, fazendo algumas modificações, pinceladas aqui e ali. Na segunda 10/11, com Mayrant Gallo, encerramos a revisão na prova, elencando vários pequenos consertos a serem feitos na prova. Na terça 11/11, fiz os ajustes finais na prova com a Selo A e concluímos os arquivos da capa e do miolo. Na quarta 12/11, antes de enviar o miolo à gráfica, fiz a última (mesmo!) revisão, tendo ainda pequenos acertos, concluindo o trabalho.